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© Ana Paula Nesi
Política

Tribuna: confira o que foi assunto na 1ª Sessão Ordinária de 2026 na Câmara de Cocal do Sul

A suspensão da Mesa Diretora eleita em 16 de dezembro de 2025, por determinação judicial, foi o principal assunto da noite. 

A Câmara Municipal de Cocal do Sul realizou, na noite desta terça-feira (03), a 1ª sessão ordinária de 2026. Na Tribuna Livre, o prefeito municipal, Ademir Magagnin, fez uso da palavra para, como de costume no início de cada ano, prestar contas ao Legislativo e à população sobre as ações, obras e realizações do Executivo no ano anterior, além de apresentar perspectivas e ações previstas para o futuro.

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Na sequência, oito dos nove vereadores fizeram uso da tribuna, abordando temas como esporte, saúde, infraestrutura e questões políticas, com destaque para a suspensão da Mesa Diretora eleita em 16 de dezembro de 2025, por determinação judicial, conforme o Mandado de Segurança nº 5000143-10.2026.8.24.0078, da Comarca de Urussanga, por pedido dos vereadores Maria Luiza Da Rolt (PP) e Marcel Freitas (PSD).

Marcel defende harmonia institucional, cobra resultados e pede ações em drenagem e sinalização viária

Na tribuna da sessão desta terça-feira (03), o vereador Marcel Freitas (PSD) destacou a importância de uma atuação conjunta entre o Legislativo e o Executivo, reforçando que o trabalho da Câmara deve ocorrer em harmonia e com foco no interesse coletivo. Segundo ele, o objetivo central deve ser o atendimento das necessidades da população em áreas essenciais como saúde, educação, habitação e segurança. “O que a gente pede nesta noite é que a gente possa, sim, ter uma Câmara de Vereadores que trabalhe em harmonia, que tenha respeito, que a gente possa trabalhar junto com a administração municipal para o bem comum”, afirmou.

O vereador manifestou apoio à administração municipal e citou como positivo o anúncio da ampliação de unidades escolares, como as escolas Demétrio, José Peruchi e a criação de uma nova creche, ressaltando a relevância do investimento em educação. Pontuou que o primeiro ano da atual gestão foi dedicado à organização interna das secretarias e autarquias, mas avaliou que chegou o momento de apresentar resultados concretos. Nesse contexto, declarou confiar que a gestão municipal apresentará avanços ao longo dos próximos anos.

Marcel também abordou a licitação para a conclusão da rodovia SC-442, ressaltando que todos os vereadores buscaram apoio junto a deputados para viabilizar o término da obra. Segundo ele, apesar de o trecho estar localizado em área limítrofe com outro município, a rodovia é estratégica para Cocal do Sul, especialmente para o transporte de cargas das empresas locais.

Em seguida, o parlamentar fez cobranças relacionadas à infraestrutura urbana. Citou problemas recorrentes de alagamento na Avenida Inocêncio de Aguiar, no bairro Cristo Rei, destacando que a situação ocorre há anos e já foi identificada, mas sem solução efetiva. “As cobranças vão existir, sim, nesta casa legislativa, sem passar panos para ninguém”, reforçando que o Legislativo seguirá fiscalizando e cobrando providências.

Por fim, solicitou maior atenção do Departamento de Trânsito quanto à pintura de faixas de pedestres, lombadas e sinalização viária, defendendo mais agilidade nas ações.

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Chicão critica judicialização da eleição da Mesa Diretora e cobra foco nas demandas da população

Na tribuna da sessão desta terça-feira (03), o vereador Valdnei da Silva, o Chicão (PL) utilizou seu pronunciamento para tratar da situação envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara para 2026. Segundo ele, o tema não deveria ocupar o tempo do Legislativo, mas passou a ser debatido em razão de um mandado de segurança que questiona o resultado da eleição interna. “Houve uma eleição, houve uma disputa, houve uma votação e a maioria decidiu. Isso é democracia”, ressaltou, afirmando que o processo ocorreu de forma regular.

Chicão explicou que, após o resultado, vereadores inconformados optaram por judicializar a eleição, o que levou à suspensão da Mesa Diretora e criou um impasse institucional. Conforme expôs, essa situação compromete decisões administrativas e o planejamento do próximo ano legislativo. Para ele, enquanto o Legislativo enfrenta esse cenário, a população segue aguardando respostas em áreas como saúde, educação, limpeza urbana e melhorias nos bairros.

O vereador destacou que a disputa interna não prejudica partidos e parlamentares, mas sim o cidadão que paga impostos e espera resultados concretos. “Democracia exige maturidade, nem sempre se vence, mas é preciso saber perder e continuar trabalhando pela cidade”. Defendeu que a Câmara deve manter o foco na fiscalização, na proposição de soluções e na cobrança do Executivo, evitando conflitos internos que desgastam a política.

Durante o pronunciamento, Chicão questionou publicamente se o Poder Executivo concorda com a conduta adotada por parte de sua base na Câmara e se considera legítimo que disputas políticas internas interfiram no funcionamento do Legislativo e nas demandas da população de Cocal do Sul.

Ao final, esclareceu que não possui posicionamento pessoal contra a presidência que conduziu a sessão, mas reforçou a importância de informar a população sobre a existência do mandado de segurança. Informou que o recurso já foi protocolado e que o Legislativo aguarda decisão judicial, ressaltando que a definição da Justiça poderá impactar os atos praticados.

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Gilson defende soberania do voto e comenta impasse na Mesa Diretora com judicialização do resultado da eleição

Na tribuna da sessão desta terça-feira (03), o vereador Gilson Clemes (PL) explicou o impasse institucional vivido pela Câmara de Vereadores, em razão da mudança provisória na condução da Presidência. Ele afirmou que a situação pode causar estranheza à população. “Essa Câmara está sendo conduzida hoje por uma presidência diferente daquela democraticamente eleita pelo voto do plenário na última sessão de dezembro”. Segundo o vereador, após a eleição da Mesa Diretora, realizada de forma aberta e com participação de todos, houve a judicialização do resultado por parte de alguns parlamentares.

Gilson esclareceu que a decisão judicial concedida é provisória e não analisou o mérito da eleição, além de já existir recurso protocolado para revisão. Ressaltou que o Legislativo respeita a Justiça, mas tem o dever de esclarecer os fatos à população. Defendeu que todos os partidos tiveram direito de concorrer, apresentar candidaturas e participar do processo, e que o que não ocorreu foi a vitória no voto, algo que faz parte da democracia. “Se existe uma coisa da democracia que é sagrada é o voto. O voto é soberano na democracia”.

O vereador pontuou que, durante todo o processo, não houve vetos ou imposições e que as candidaturas foram respeitadas. Observou que, após a derrota em plenário, buscou-se no Judiciário aquilo que não foi conquistado pelo voto. Para ele, o Legislativo não pode viver sob instabilidade e a cidade não pode parar por disputas internas. Defendeu que respeitar o dinheiro público e a institucionalidade passa pelo respeito às decisões do plenário, destacando que a lei garante o direito de concorrer, mas não assegura vitória.

Na sequência, Gilson parabenizou a Coopercocal pela realização de sua eleição, destacando que ocorreu dentro dos trâmites democráticos, e mencionou ações voltadas ao atendimento de crianças com transtorno do espectro autista. Ao final, afirmou que seguirá atuando pelo município, independentemente de quem esteja no Executivo, reforçando sua defesa de que a democracia se constrói pelo voto e que o trabalho institucional deve prevalecer.

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Toco aborda SC-442, demandas do interior e situação jurídica da Mesa Diretora

Na tribuna da sessão desta terça-feira (03), o vereador Vicervanio Bez Fontana, o Toco (MDB) apresentou informações sobre a SC-442 e outras demandas do município, além de comentar a situação jurídica envolvendo a Mesa Diretora da Câmara. Ele relatou que, em dezembro, esteve junto com o vereador Marcel em reunião com o secretário Grando para cobrar agilidade na obra da rodovia. Informou ainda que recebeu ofício referente a licitação. “O que importa é que vai sair essa obra, que é de extrema importância para a ligação de Cocal do Sul com a BR-101”, afirmou, reforçando a relevância da SC-442 para a mobilidade regional.

O vereador também fez cobranças ao secretário Pedrinho em relação às estradas do interior. Pediu atenção especial às comunidades da Linha Espanhola 1 e 2, destacando solicitações dos moradores para que, com o tempo seco, seja feita a umidificação das vias e a passagem da patrola.

Na sequência, Toco abordou o mandado de segurança relacionado à Mesa Diretora da Câmara, afirmando que a situação causou surpresa a ele e aos demais vereadores. Reconheceu que a iniciativa é um direito de quem a impetrou, assim como é direito recorrer da decisão. Informou que já foi interposto um agravo e que existe a expectativa de uma definição judicial nos próximos dias. Sobre o futuro da Casa, afirmou: “Se tiver que fazer uma eleição, vamos fazer uma nova eleição. Essa casa sempre vai trabalhar junto com o executivo”.

Ao concluir, o vereador defendeu que não haja atritos políticos que prejudiquem o andamento dos trabalhos e a população. Destacou que disputas institucionais não podem paralisar o município e reforçou que o objetivo do Legislativo deve ser garantir que Cocal do Sul avance.

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Glícia defende diálogo e autonomia do Legislativo diante da judicialização da Mesa Diretora

Na tribuna desta terça-feira (03), a vereadora Glícia Pagnan (MDB) afirmou que o espaço legislativo deve ser utilizado para discutir as demandas da população, lembrando que os vereadores recebem diariamente solicitações que merecem atenção. Destacou que, ao longo do ano, pretende reapresentar indicações que considera importantes e que anteriormente foram engavetadas. “O que eu considero importante, eu vou estar, sim, repetindo os pedidos, enfatizando e batendo no que eu acho que é certo e que é melhor para o povo da cidade”, destacou, ressaltando que novas proposições também serão apresentadas.

Em seguida, a parlamentar abordou a situação envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara, anulada judicialmente sob o fundamento da não observância da proporcionalidade partidária. Glícia afirmou que se manifestava com respeito às instituições e às decisões judiciais, mas também com o dever de defender o processo democrático, a autonomia do Poder Legislativo e o diálogo político. Destacou que a eleição da Mesa Diretora é um ato interno da Casa, previsto no regimento interno, realizado de forma transparente e resultado da vontade dos vereadores eleitos pelo voto popular.

A vereadora observou que, mesmo havendo interpretações distintas sobre a proporcionalidade partidária, não se pode desconsiderar o caráter democrático da decisão coletiva tomada pelos representantes do povo. Demonstrou preocupação com o fato de que parlamentares que defenderam deixar partidos de lado optaram por judicializar a decisão interna, quando, segundo ela, o caminho deveria ter sido o diálogo dentro do Legislativo. “A judicialização excessiva na política enfraquece a autonomia dos poderes”, destacou.

Glícia ressaltou que defender o resultado da eleição não é defender pessoas ou cargos, mas o direito da Câmara de decidir seus rumos de forma livre e soberana. Por fim, reafirmou seu compromisso com a legalidade, o diálogo institucional e a democracia, defendendo que os recursos cabíveis sejam analisados considerando o equilíbrio entre proporcionalidade partidária, independência entre os poderes e respeito ao processo democrático.

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Julio aponta disputas internas no Legislativo enquanto demandas da população seguem não atendidas

Na tribuna desta terça-feira (03), o vereador Julio Fogaça (MDB) iniciou sua fala parabenizando a eleição da Coopercocal, destacando que foi um processo com participação de nove municípios e resultado definido pelo voto. Cumprimentou o presidente reeleito Belha e sua equipe, “Foi uma eleição trabalhada de todos os lados, todos trabalharam e o povo escolheu”. Na sequência, desejou que 2026 fosse um ano de realizações, mas relatou um episódio pessoal ocorrido na virada do ano, quando seu sogro sofreu um grave AVC, passou 21 dias na UTI e, após um quadro considerado irreversível, apresentou recuperação inesperada, retornando para casa com necessidade de reabilitação.

A partir dessa experiência, o vereador passou a relatar dificuldades encontradas na rede pública de saúde do município. Informou que, ao buscar apoio, constatou que Cocal do Sul não fornece cadeira de rodas, cadeira de banho, muletas ou colchão pneumático por meio da Secretaria de Saúde. Ressaltou a atuação do Lions Clube, que supre parte dessas demandas, e mencionou não existir veículo específico para o transporte de crianças autistas até consultas, o que gera situações constrangedoras. Também apontou a falta de atendimento domiciliar, citando a ausência de neurologista e cardiologista para pessoas acamadas.

Julio ainda abordou questões da educação, como a aplicação da Lei Lucas com treinamentos de primeiros socorros, e apontou a ausência de diretoras adjuntas nas creches. Mencionou problemas urbanos como valor do aluguel social, buracos em vias, estradas de lajotas danificadas, alagamentos, bocas de lobo entupidas e mato nas calçadas. Segundo ele, enquanto essas demandas persistem, parte do Legislativo está concentrada em disputas internas, como a judicialização envolvendo a Mesa Diretora. “Que diferença faz ficar sentado aqui?”, questionou, afirmando que a população cobra soluções.

Disse ter tomado conhecimento da decisão por meio de seu advogado e afirmou não estar na Câmara por cargo, mas para ajudar as pessoas. Declarou que abriria mão de posições se fosse necessário e reforçou que pretende continuar levando demandas aos secretários e atuando em defesa da população.

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Dalló destaca avanços educação, habitação e desenvolvimento econômico, além de emenda para a saúde

Na tribuna desta terça-feira (03), o vereador Marcelo Dalló (PP) desejou um bom ano de trabalho aos vereadores e servidores da Câmara e defendeu a harmonia entre o Legislativo e a administração municipal. Destacou investimentos na educação, citando a ampliação da Escola José Peruchi, com novas salas de aula, além da construção de oito salas na Escola Demétrio Bettiol. Ao comentar críticas à falta de planejamento, afirmou: “Essa gestão não planeja, mas executa”, lembrando problemas estruturais enfrentados em gestões anteriores.

O vereador também mencionou a destinação de R$ 250 mil para a saúde, por meio de emenda do deputado Zé Milton, recursos voltados ao custeio de exames de média e alta complexidade. Ressaltou que esse tipo de investimento nem sempre é visível, mas tem impacto direto no atendimento à população. “É um dinheiro que não aparece como obra física, mas que vai atender muitas pessoas que estão com problemas de saúde”.

Na área do esporte, parabenizou as equipes de futsal sub-8, sub-9 e sub-10 de Cocal do Sul pela participação em torneio internacional em Foz do Iguaçu, ressaltando a importância do esporte na formação das crianças. “Temos que enaltecer sempre esse trabalho”, afirmou. Dalló também falou sobre o início das obras do novo conjunto habitacional, com a construção de 50 casas viabilizadas por recursos federais, estaduais e municipais, destacando que o município voltará a receber habitação popular após quase duas décadas.

O parlamentar ainda apontou o crescimento de mais de 30% na abertura de empresas no município, associando esse avanço à geração de empregos e aumento da arrecadação. “Se aumenta o número de empresas, aumenta o número de empregos”, lembrou. Citou a importância da área industrial e a expectativa de atração de novas empresas. Por fim, comentou a confirmação da licitação da SC-442, ressaltando a relevância da obra para o setor de transportes e para a economia local, encerrando com agradecimentos à administração municipal e aos servidores públicos.

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Maria Luiza aborda gestão municipal e pedido de legalidade na composição da Mesa Diretora

Na tribuna, Maria Luiza Da Rolt (PP) iniciou sua manifestação comentando avaliações sobre a atuação do governo municipal. Segundo ela, há críticas de que a administração não estaria realizando ações, mas afirmou que quem acompanhou a fala do prefeito chegou a conclusão diferente. Disse confiar no trabalho do Executivo e relembrou uma colocação do prefeito em respostas a cobranças feitas pelos vereadores: “Não adianta ter canteiro de obras com a casa bagunçada, administração falha e gestão mal feita para consertar e corrigir, meu governo sempre foi e sempre será com os pés no chão para se poder fazer mais e sem enganar o povo”.

A vereadora relatou conversa com um servidor da Secretaria de Obras, que, segundo ela, afirmou que no último ano trabalhou mais do que nos quatro anos da gestão anterior. Reconheceu a existência de desafios como mato, lajotas deslocadas e outros problemas urbanos, mas destacou que há equipes atuando e que, ao longo do ano, ações devem sair do papel, refletindo a forma de governar da atual administração municipal.

Na sequência, Maria Luiza tratou da discussão sobre democracia e composição da Mesa Diretora. Afirmou que democracia não se resume ao voto, mas também ao cumprimento das leis e regras. Citou o artigo 25 da Lei Orgânica de Cocal do Sul, que assegura, sempre que possível, a representação proporcional dos partidos políticos na Mesa e nas comissões. Segundo a vereadora, com quatro partidos representados na Câmara, todos deveriam compor a Mesa. Defendeu que a Constituição Federal e a Lei Orgânica determinam paridade de representação.

A parlamentar afirmou que a questão não se trata de disputa de poder, mas de legalidade, respeito e maturidade institucional. Destacou que o Legislativo é composto por nove vereadores e que todos devem ser respeitados. Também rebateu afirmações sobre falta de diálogo, dizendo que houve pedidos para participação na Mesa e que isso foi discutido entre os partidos. Encerrando, afirmou que a iniciativa busca garantir que futuras legislaturas tenham o direito de representação assegurado de forma legal na Câmara Municipal.

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Confira a Sessão na Íntegra

A próxima Sessão Ordinária de 2026 acontece na terça-feira, 10 de fevereiro, às 19 horas. Siga a Câmara Cocal do Sul nas redes sociais e fique por dentro dos principais acontecimentos do Poder Legislativo: Instagram – Facebook – YouTube.